administração, criatividade, Criatividade e Inovação, inovação

O processo criativo

O processo criativo

          A criatividade dá origem ao processo criativo. Dito de outra forma, a criatividade permite criar algo e este trabalho de criação é chamado de processo criativo. O processo criativo envolve originalidade, criatividade, inovação. Como todo trabalho, o processo criativo requer esforço, tanto físico como mental. O processo produtivo é fundamentado em três princípios mentais: Atenção, Fuga e Movimento:

  • Atenção: serve para concentrar-se no problema ou na situação;
  • Fuga: possibilita ir além dos pensamentos convencionais e fugir dos paradigmas impostos pelo ambiente;
  • Movimento: possibilita exercer a atividade criativa em si, dando asas à imaginação.

          A soma destas três ações mentais resulta no processo criativo, traduzindo-se na atividade criativa. A “engrenagem mental” faz surgir a criatividade através da detecção de uma situação ou problema (atenção). Os pensamentos parecem fugir da realidade já conhecida, buscando novas ideias com base no que já se conhece e tentando, ao mesmo tempo, na direção inversa, romper ideias fixas e rígidas, buscando inovar sempre (fuga). Após a detecção da situação-problema e da fuga das ideias convencionais, o pensamento parece se mover em direção às novas ideias, rompendo as barreiras do medo e da insegurança, projetando a ideia criativa na realidade observada e avaliando os riscos e as inseguranças (movimento).

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administração, criatividade, Criatividade e Inovação

A hierarquia das necessidades de Maslow e a criatividade

A hierarquia das necessidades de Maslow e a criatividade

          A hierarquia das necessidades de Maslow foi desenvolvida por Abraham Maslow e demonstra as necessidades básicas do ser humano dentro de uma pirâmide hierárquica onde as necessidades que estão na base da pirâmide devem ser satisfeitas adequadamente para que depois o indivíduo possa satisfazer as necessidades dos níveis superiores da hierarquia. Sua teoria é amplamente utilizada no meio organizacional para explicar e facilitar a compreensão dos fatores motivacionais dos seres humanos.

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Estilos de Liderança

Toda organização depende de um controle acurado e de métodos de gestão que permitam ter, ainda que de forma parcial, certo tipo de influência sobre seus colaboradores. Para isto, as empresas utilizam-se de seus gerentes e gestores, como forma de manter o controle e influenciar os colaboradores a agirem de tal forma que a empresa atinja seus objetivos, suas metas, sua razão de existir. Dito de forma simples, sem gestores as empresas não chegam a lugar algum.

E apesar de alguns gestores terem suas posições garantidas por motivos “inexplicáveis” – ou pelo menos por motivos questionáveis – sabe-se que, em geral, um gestor é escolhido ou promovido de acordo com sua capacidade de liderança. Independente de qual seja a personalidade do gestor, ele precisa saber liderar.

Liderar envolve muito mais do que mandar e se fazer obedecer. Daí é que entendemos que nem todo líder é gestor e nem todo gestor é líder. Existem líderes em todas as partes, assim como existem gestores que não são líderes também espalhados por todas as organizações. De qualquer forma, vale à pena conhecer melhor os quatro tipos básicos de liderança que encontramos na atualidade. São eles:

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Meritocracia e Gestão do Desempenho

INTRODUÇÃO

Os sistemas econômicos cada vez mais complexos exigem que as empresas entreguem resultados cada vez maiores e mais elaborados, de acordo com a complexidade do sistema. O consumidor moderno exige cada vez mais do sistema. E as empresas, cobram cada vez mais de seus funcionários, exigindo a excelência e a qualidade sempre.

Diversos métodos para se aferir o resultado e o desempenho de um indivíduo têm sido testados, exaustivamente, na busca do melhor método para avaliar aquilo que o indivíduo realmente é e o quanto ele consegue produzir de resultado para uma empresa.

A Meritocracia é um sistema amplamente utilizado, inclusive no âmbito governamental e do Estado. Aliada à Gestão do Desempenho, a Meritocracia desponta como uma ferramenta interessante para medir desempenho e resultados, sobretudo àqueles relacionados à promoção e progressão de carreira.

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Opt-Out

Você sabe o que é Opt-Out?

Parece algo complicado, mas, na verdade, é um conceito bem simples de se entender.

Opt-Out é o termo utilizado para descrever o movimento que alguns profissionais fazem para fora da empresa, através de pedidos de demissões, diminuição da carga horária, etc. Trata-se de um “desligamento” (temporário ou definitivo) de suas atividades organizacionais.

Um exemplo disso é uma mãe que abre mão de subir alguns degraus na hierarquia de uma empresa para poder dar mais atenção a seu filho. Outro exemplo seria o de alguém que deixa seu emprego para poder fazer um novo curso ou até mesmo para empreender em um novo ramo de atividade. Simples, né?! Opt-Out é, então, a saída do modelo tradicional e formal de trabalho para um modelo mais flexível ou completamente diferente do anterior.

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Filantropia x Responsabilidade Social

Fazer o bem para outra pessoa é algo que já foi moda, mas por um tempo sumiu da mídia, ofuscado por uma avalanche de ideias individualistas e autocentradas, onde as pessoas foram incentivadas a colocar a si mesmas em primeiro lugar e, muitas vezes, desconsiderar a opinião alheia. Porém, a própria solidão do auto centrismo mostrou à humanidade que compartilhar e divulgar o bem faz bem! E foi nessa crescente onda de boas ações que as empresas se viram diante de um dilema: se ganhamos tanto com os lucros obtidos através das vendas de nossos produtos, será que devemos ajudar outras pessoas também?

Algumas empresas começaram a praticar ações isoladas de caridade e ajuda humanitária, como forma de compartilhar parte dos lucros obtidos com os menos favorecidos. E o que era para ser algo discreto e beneficente, tomou rumos de ação de marketing, na medida em que as ações caridosas praticadas pelas empresas podiam ser espalhadas como notícias e incentivos ao consumo por parte dos consumidores que gostariam de ajudar alguém, mas não dispunham dos meios necessários para isso. O ato de comprar e consumir passou então a ter contornos de ação beneficente, na medida em que cada produto era responsável por gerar certa parcela de lucro para a empresa, lucro este que poderia ser revertido em projetos e programas de ajuda para os menos favorecidos. Continue lendo “Filantropia x Responsabilidade Social”