3 coisas que você precisa saber sobre CRIATIVIDADE 

Criatividade, ah!, a tão falada criatividade… Habilidade desejada por 100% das pessoas, em 100% dos negócios, em todas as esferas e etapas da vida. Ser criativo já não é mais apenas uma questão de ser diferente dos demais. Ser criativo hoje já é uma questão de sobrevivência! Em tempos de crise, ser criativo pode lhe ajudar a descobrir diversas maneiras de lidar com a instabilidade dos sistemas sociais e econômicos.Se você não sabe do que estamos falando, você pode entender melhor clicando aqui (O que é criatividade) e aqui (O processo criativo).

Mas talvez você esteja pensando “ok, muito legal essa história de criatividade, mas eu não sou uma pessoa criativa, por mais que eu me esforce”. Pois bem, tenho uma notícia para você: existe algo sobre a criatividade que ninguém lhe contou. Mais ainda, existem 3 coisas extraordinárias que você precisa saber agora para ser mais criativo.

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Novidades chegando…

Queridos leitores, estive um tempo ausente das minhas atividades no blog por um motivo muito especial: agora sou mamãe! Sim, estive desconectada das minhas atividades online por uma linda causa. Ou melhor, pela melhor causa de todas!!

Mas agora é hora de voltar!!

E tenho muitas novidades para compartilhar com vocês.

Nos próximos dias irei contar as novidades do blog e vou trazer informações muito interessantes a todos.

Fique atento!

Pra começar, o primeiro artigo, que deve ser publicado ainda esta semana e que, particularmente falando, está sensacional, terá o título “As 3 coisas que ninguém lhe contou sobre criatividade”. Além disso, nas próximas semanas os meus leitores do blog receberão um presente incrível.

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A Inovação

INOVAÇÃO

          Do latim innovatione, significa “ato ou efeito de inovar; aquilo que é novo, coisa nova, novidade.” Trata-se do resultado do processo criativo. Resumidamente, pode-se dizer que a inovação é o resultado da criatividade aplicada. Não é possível existir a inovação sem primeiro existir a criatividade. Isso quer dizer que a criatividade envolve ter uma ideia nova, original. E a inovação envolve aplicar esta ideia, colocar em prática a o pensamento criativo.

Desta forma, a criatividade é o primeiro passo para a inovação. No entanto, nem sempre uma ideia criativa é uma ideia inovadora. Isso acontece, muitas vezes, porque algumas ideias, por mais criativas que sejam, não têm aplicação prática na realidade, ou seja, é uma ideia criativa mas inviável. Portanto, a inovação vai além do aspecto criativo da ideia. A inovação tem a ver também com a aplicabilidade da ideia.
A inovação no âmbito organizacional

A inovação é o fruto do processo criativo. Trata-se do resultado de todo um processo mental que envolve esforços significativos, tanto na identificação de situações e problemas que exijam ação, como na formulação de ideias e conceitos aplicáveis. No âmbito empresarial e organizacional, a inovação está intimamente ligada com a ideia de trazer benefícios (tecnológicos, culturais e, sobretudo, monetários) para a empresa. No entanto, dentro de uma empresa, a inovação não deve ser confundida com o processo de melhoria contínua, processo este que visa melhorar progressivamente as técnicas de gestão e produção, tendo como resultado apenas a manutenção da vantagem competitiva já existente. A inovação tem que causar impacto profundo e mudanças significativas, com resultados visivelmente percebíveis, aumentando a vantagem competitiva de uma empresa tanto em médio como em longo prazo. Do contrário, não é inovação. É apenas uma melhoria de determinado processo.

A inovação pode ser percebida de várias formas. Dentre elas podemos citar as inovações tecnológicas (inovações de produtos e processos) e as inovações de negócios (modelos de gestão, novos mercados, etc.).
As inovações tecnológicas baseiam-se na inclusão ou alteração do uso de tecnologias existentes no mercado ou na criação e aplicação de novas tecnologias. Dentro das inovações tecnológicas podemos citar:

  • Inovações de produtos e serviços: envolvem modificações nas especificações e nos atributos de um ou mais produtos oferecidos pela empresa, e têm por objetivo mudar a percepção que o consumidor tem sobre o produto ou serviço. Exemplo: desktop e laptop;
  • Inovações de processo: envolvem mudanças nos métodos de produção de um produto ou nos métodos de execução de um serviço, e têm por objetivo agilizar o processo, reduzir custos, gerar economia de recursos e aumento da produtividade, resultados estes nem sempre percebidos pelo cliente. Exemplo: automatização de processos por meio de máquinas e robôs.
    As inovações de negócio baseiam-se na adoção de novos modelos gerenciais, novos métodos organizacionais, abrangência de novos mercados, novas fontes de suprimentos e a inclusão de novos negócios no ramo de atividade da organização. Dentro das inovações de negócios podemos citar:
  • Inovações do modelo de negócios: envolvem mudanças na estrutura do modelo de negócios adotado pela empresa, tanto no aspecto gerencial e administrativo como no aspecto cultural ou organizacional da empresa, envolvendo também mudanças de estratégia na obtenção de matéria-prima, marketing e distribuição e mudanças na logística do negócio, ou seja, na forma como os produtos e serviços são oferecidos ao mercado, não envolvendo, necessariamente, inovações no produto ou serviço. Exemplo: as Lojas Americanas, nacionalmente conhecidas por sua grande rede de lojas de departamentos, adaptou seu modelo de negócios ao “boom” das empresas dotcom (digitais) e é hoje uma das maiores empresas brasileiras no mercado de vendas pela internet, tendo até mesmo incorporado o “ponto com” ao nome de suas lojas, que agora passaram a ser chamadas de Americanas.com. A inovação no modelo de negócios, neste caso, apropriou-se também do uso da tecnologia e fez com que os concorrentes ficassem despreparados para esta mudança de estratégia de negócios. Até hoje, alguns dos principais concorrentes das Lojas Americanas ainda não estão totalmente operantes no mercado on-line.

Existem três tipos de inovação, de acordo com o seu impacto para a organização: a inovação incremental, a inovação distintiva e a inovação radical.

A inovação incremental envolve pequenas melhorias em produtos ou serviços e representa pequeno avanço na forma como o cliente percebe os benefícios do produto, sem alterar drasticamente o seu uso ou consumo. Como exemplo de inovação incremental pode-se citar a inclusão de limpadores de língua e bochecha numa escova de dentes. Trata-se da inclusão de uma nova tecnologia, sem afetar radicalmente o produto ou o seu uso.

No caso da inovação distintiva, o produto ou serviço, apesar de possuir características idênticas àquele a partir do qual foi desenvolvido, apresenta uma série de atributos novos que correspondem a funções inexistentes anteriormente. Como exemplo de inovação distintiva pode-se citar a inclusão de câmeras fotográficas nos aparelhos celulares mais modernos. Embora o celular ainda possua as mesmas funções e características de quando foi criado, com a função de ser um telefone móvel, ganhou características inovadoras e deixou de ser apenas um simples celular, tendo agora também a função de registrar fotos e vídeos, possibilitando ao cliente gravador e registrar os momentos em que as palavras são dispensáveis.

Já a inovação radical, envolve uma mudança drástica nos produtos ou serviços oferecidos e afeta profundamente a percepção do cliente, rompendo com as idéias anteriormente conhecidas no mercado, originado, na maior parte dos casos, por uma necessidade latente ainda não atendida pelos produtos existentes ou por uma nova necessidade até então inexistente principalmente pela falta do produto ou serviço no mercado, causando forte impacto no mercado em geral. São idéias que se caracterizam por não terem um mercado pronto, mas sim um potencial de mercado, decorrente da substituição do produto. Como exemplo de inovação radical, pode-se citar o computador que substituiu a máquina de escrever ou o DVD que substituiu o VHS.

A dinâmica da inovação
De modo geral, as empresas e indústrias são o centro da inovação. Através delas surgem as grandes ideias, os novos produtos, as novas tecnologias. É de se esperar, portanto, que as empresas dediquem uma parte do seu potencial produtivo em pesquisa e desenvolvimento (P&D) de produtos, investindo tempo e dinheiro no surgimento de ideias criativas e inovadoras.

Nos tempos atuais, a criatividade e a inovação deixaram de ser consideradas apenas como meras ideias ilusórias ou como perda de tempo. A criatividade e a inovação são peças-chaves para o sucesso de uma empresa e são consideradas atividades estratégicas e com grande potencial para aumentar a vantagem competitiva de uma empresa. Inovar deixou de ser uma atividade banal e passou a ser considerada agora como uma atividade vital para a empresa. As empresas que não inovarem, por fim, não sobreviverão à voracidade do mercado. Por isso, cada vez mais, os gestores e administradores estão interessados em inovar seus produtos e serviços, seus negócios, seu modelo de gestão.

No entanto, além de investir seus recursos em projetos de pesquisa e inovação, a empresa precisa contar com parceiros, tanto externos como internos. Estes parceiros podem auxiliar tanto na pesquisa e desenvolvimento de produtos e serviços, como na aplicação de investimentos financeiros. Dente os potenciais parceiros de inovação para as empresas, podemos citar: universidades, centros de pesquisa, agências de fomento à pesquisa científica, governo, clientes, fornecedores, funcionários, etc. Atualmente, devido aos altos custos do processo de pesquisa e desenvolvimento, as empresas interessadas em inovar seus produtos ou serviços adotam um modelo de inovação aberta, ou Open Innovation, onde diversas empresas e entidades contribuem para a pesquisa e o desenvolvimento de projetos e ideias inovadoras, capazes de fomentar o negócio. Desta forma, conclui-se que a inovação é um processo dinâmico, que deve envolver todos os colaboradores da empresa, sejam eles colaboradores internos (funcionários, gerentes, etc.) ou colaboradores externos (clientes, fornecedores, governo, etc.).

2014

E assim terminamos 2014, com o futuro em nossas mãos, com todas as bênçãos e alegrias que sonhamos um dia alcançar. Foi um ano de luta, de batalha, de momentos tristes, de danos irreparáveis. Mas foi um ano de infinitas alegrias, de milagres e presentes de Deus! Tivemos o privilégio de viver o milagre e o dom da vida. E 2015 começa agora, com surpresas que nos aguardam, desafios e promessas de alegrias e felicidade incomparáveis. Agradecemos a Jeová Deus por todas as coisas e confiamos que Ele continuará cuidando tão bem de nós, como tem feito todos os dias. E que nunca nos falte coragem, força, amor e alegria para viver, não só um dia ou um ano, mas uma vida inteira!!

O processo criativo

O processo criativo

          A criatividade dá origem ao processo criativo. Dito de outra forma, a criatividade permite criar algo e este trabalho de criação é chamado de processo criativo. O processo criativo envolve originalidade, criatividade, inovação. Como todo trabalho, o processo criativo requer esforço, tanto físico como mental. O processo produtivo é fundamentado em três princípios mentais: Atenção, Fuga e Movimento:

  • Atenção: serve para concentrar-se no problema ou na situação;
  • Fuga: possibilita ir além dos pensamentos convencionais e fugir dos paradigmas impostos pelo ambiente;
  • Movimento: possibilita exercer a atividade criativa em si, dando asas à imaginação.

          A soma destas três ações mentais resulta no processo criativo, traduzindo-se na atividade criativa. A “engrenagem mental” faz surgir a criatividade através da detecção de uma situação ou problema (atenção). Os pensamentos parecem fugir da realidade já conhecida, buscando novas ideias com base no que já se conhece e tentando, ao mesmo tempo, na direção inversa, romper ideias fixas e rígidas, buscando inovar sempre (fuga). Após a detecção da situação-problema e da fuga das ideias convencionais, o pensamento parece se mover em direção às novas ideias, rompendo as barreiras do medo e da insegurança, projetando a ideia criativa na realidade observada e avaliando os riscos e as inseguranças (movimento).

Processo_Criativo

1. Atenção

          A criatividade só pode ter origem no momento em que algo nos é solicitado, no momento em que algo requer nossa atenção e ação, seja ela imediata ou tardia. As pessoas com maior abertura da mente acabam sendo consideradas mais criativas, por estarem abertas a uma quantidade maior de estímulos e por terem percepção mais aguçada com respeito ao meio que as cerca. A atenção exige concentração e esforço para romper as barreiras da realidade observada e requer trabalho mental aguçado em direção à exploração de novas possibilidades, novas ideias. A atenção possibilita perceber detalhes do que está ou não funcionando no ambiente no qual o indivíduo está inserido, dando impulso ao desejo de explorar novas ideias na busca de soluções criativas. Uma percepção aguçada pode indicar aquilo que é difícil e complicado, aquilo que é muito rápido ou muito devagar, aquilo que é pesado, aquilo que é rígido, aquilo que é instável, aquilo que está separado, aquilo que é inadequado… Fatores negativos chamam a atenção do indivíduo para uma situação-problema. A partir daí o indivíduo busca alternativas para tornar as coisas mais simples e fáceis, mais rápidas, mais leves, mais estáveis, mais homogêneas, mais adequadas às suas necessidades.

          Algumas perguntas podem auxiliar no processo de atenção: O que está acontecendo? Poderia acontecer de modo mais adequado? Poderia ser feito de outra maneira? Onde está acontecendo? Poderia acontecer em outro lugar? Quais as etapas envolvidas no processo? Quem está envolvido? É possível eliminar etapas para simplificar o processo? É possível eliminar pessoas envolvidas para simplificar? É possível envolver mais pessoas para tornar o processo mais rápido? O fluxo é contínuo? O processo é “leve”? É possível facilitar as coisas?

2. Fuga

          Depois de ter dado detida atenção a uma situação-problema, o indivíduo passa pelo processo de fuga mental. É neste momento em que a criatividade parece surgir e fluir no pensamento, como fruto de um extenso processo mental de atenção e identificação de problemas. É neste momento em que a mente parece fugir para um mundo desconhecido, na busca de novas ideias.

          A fuga envolve ir além dos modelos de pensamentos do indivíduo, envolve ir além da realidade observada e dos conceitos aprendidos e aceitos como fixos. Talvez a fuga seja o momento mais difícil do processo criativo, pois é aqui onde se encontram a maioria dos bloqueios que impedem e atrapalham a criatividade. O medo é um componente prejudicial no desenvolvimento da criatividade e na exposição das ideias criativas. Por isso, a fuga é o momento do rompimento de barreiras internas e externas. É neste momento em que o indivíduo tem que ir além dos seus próprios medos e eliminar as barreiras psicológicas que o atrapalham. Neste momento também, o indivíduo tem que romper as barreiras sociais e ambientais que parecem impedir que sua mente encontre soluções e alternativas diferentes das já conhecidas. Hábitos, costumes, medos e rotinas comportamentais e mentais devem ser eliminados neste momento, ou, pelo menos, deixados de lado por um instante, a fim de favorecer o fluxo do pensamento criativo. “Quem deseja desenvolver sua criatividade não pode preocupar-se muito com a aprovação dos outros, pois o consenso sempre rejeita a mudança.” (PREDEBON, 2006, p. 64)

          Os bloqueios são como paredes que limitam o pensamento e impedem o indivíduo de agir e pensar fluentemente em determinadas situações. No processo criativo, os bloqueios devem ser eliminados a todo custo, a fim de favorecer o fluxo mental e possibilitar o surgimento de ideias criativas e adequadas à situação-problema encontrada no processo de atenção. Os bloqueios à criatividade podem ser:

  • Culturais: barreiras que o indivíduo impõe a si mesmo, gerados pela cultura e pelos conceitos aprendidos desde a infância, normalmente comuns à sociedade, cultura ou grupo a que o indivíduo pertence. Estes bloqueios impedem o indivíduo de aceitar o modo de pensar de indivíduos que pertencem a outros grupos ou culturas;
  • Intelectuais e de Comunicação: falta de habilidade para formular e expressar ideias com clareza e falta de habilidade para reconhecer problemas e aprofundar-se neles. Às vezes ocorre por falta de conhecimento sobre o assunto, excesso de especialização, “visão míope” sobre o assunto e incapacidade de enxergar além do observado;
  • Emocionais: desconforto e sensação de mal-estar ao lidar com determinadas situações ou ao enfrentar determinados problemas. Muitas vezes têm origem nos traumas vividos, seja na infância ou na idade adulta. Impedem o indivíduo de se comunicar adequadamente com outras pessoas quando envolve comunicar suas ideias e sentimentos e se caracteriza como medo de correr riscos, medo de parecer tolo ou ridículo na frente de outros, medo de arriscar, dificuldade para resolver problemas, pensamentos negativos e baixa autoestima;
  • Percepção: bloqueios que dificultam a percepção e a visualização de situações-problemas. É caracterizado como uma dificuldade em encontrar soluções para os problemas e como uma dificuldade em enxergar os problemas sob diversos pontos de vista. Ocorre muitas vezes como consequência de ideias fixas e estereotipadas sobre diversas situações ou como resultado de uma sobrecarga de informações e de detalhes que restringem o pensamento;
  • Ambientais e Organizacionais: envolvem condições de trabalho e cultura organizacional. Dentro de uma organização, este é o pior bloqueio à criatividade e à inovação. Isto acontece porque as barreiras organizacionais muitas vezes estão fortemente entrincheiradas na cultura organizacional e no estilo de gestão adotado, criando ambiente não propício para o surgimento de ideias criativas, principalmente quando a estrutura de gestão segue modelos hierárquicos mais fixos e rígidos e a criatividade é vista como perda de tempo e não como ação estratégica no âmbito empresarial;

3. Movimento

          Prestar atenção e fugir dos padrões é o princípio do processo criativo, mas nada acontecerá se não houver o movimento, a ação. O movimento leva a exploração e combinação de novas ideias, gerando novas alternativas, sem perder de vista o propósito do processo criativo. É neste momento em que novas relações são estabelecidas entre ideias distintas e ocorre a livre associação de ideias, explorando o limite da capacidade humana de pensar. Após isso, a criatividade é aplicada e transformada em algo real, compatível com a realidade percebida, em movimento à sua aplicabilidade e operabilidade em relação à situação-problema inicial. É aqui onde se pode ver o resultado do processo criativo, transformado em ideia aplicável. É neste momento que a inovação passa a existir.

A hierarquia das necessidades de Maslow e a criatividade

A hierarquia das necessidades de Maslow e a criatividade

          A hierarquia das necessidades de Maslow foi desenvolvida por Abraham Maslow e demonstra as necessidades básicas do ser humano dentro de uma pirâmide hierárquica onde as necessidades que estão na base da pirâmide devem ser satisfeitas adequadamente para que depois o indivíduo possa satisfazer as necessidades dos níveis superiores da hierarquia. Sua teoria é amplamente utilizada no meio organizacional para explicar e facilitar a compreensão dos fatores motivacionais dos seres humanos.

 Hierarquia das Necessidades de Maslow

          As necessidades são a iniciativa motivadora da ação de suprir estados de privação humana. O comportamento é motivado pelas necessidades fundamentais, que são divididas basicamente em dois grupos: deficiência (necessidades fisiológicas, de afeto e de estima) e crescimento (auto-desenvolvimento e autorrealização). As necessidades observadas na pirâmide são:

  1. Necessidades fisiológicas: necessidades básicas tais como ar, água, alimento, satisfação sexual, etc;
  2. Necessidades de segurança: abrigo, sensação de segurança, proteção, estabilidade, continuidade, emprego, etc;
  3. Necessidades sociais: o ser humano precisa amar e ser amado, sentir-se aceito na sociedade e no grupo ao qual pertence;
  4. Necessidades de estima (status): necessidade de obter aprovação e reconhecimento por parte de outros;
  5. Necessidades de realização pessoal: o indivíduo procura ser aquilo que ele pode ser, demonstração do seu potencial criativo e suas habilidades, diversão e ócio.

          Para Maslow, “o homem criativo não é o homem comum ao qual se acrescentou algo; o homem criativo é o homem comum do qual nada se tirou.” A criatividade atende ao critério de necessidade de autorrealização, o nível mais alto da pirâmide. Se todas as necessidades anteriores forem supridas, o indivíduo não terá dificuldade em ser criativo. Desta forma, a criatividade passa a ser consideração um fator motivacional para atender a uma necessidade ou para suprir um estado de privação de procedimentos e ações criativas, em substituição a ações anteriormente praticadas.

Brasília: criatividade e inovação em forma de avião #BSBMeuDestino

No princípio era o ermo…
Eram antigas solidões sem mágoa,
O altiplano, o infinito descampado…
No princípio era o agreste:
O céu azul, a terra vermelho-pungente
E o verde triste do cerrado.

(Sinfonia da Alvorada – Vinícius de Moraes)

As palavras de Vinícius de Moraes refletem bem o que foi a construção de Brasília. No princípio era o ermo, um lugar sem ideias, sem sonhos, sem projetos, um infinito descampado, o verde triste do cerrado. Mas eis que o sonho de um homem, o sonho de uma nação, a idealização de uma cidade-modelo, deram início àquilo que hoje é uma das cidades mais charmosas, sofisticadas e importantes do país.

Criatividade e inovação foram ferramentas fundamentais para a construção da cidade que representaria todo o poder de uma nação, a democracia em construção. Tudo começa com a ideia de se criar uma cidade com formato de avião. (Por que ninguém pensou nisso antes?)

É interessante perceber que além de pensar nos detalhes referentes à infraestrutura e ao crescimento futuro da cidade, foram pensados também detalhes estéticos e arquitetônicos da cidade, algo que o crescimento desenfreado e descontrolado de grandes centros não permite que sejam realizados crescimentos ordenados e organizados de forma harmônica e estética, pra não dizer, de forma inteligente.

Convenhamos, muita gente deve ter pensado que construir uma cidade tão grande, tão organizada e tão bem planejada era algo difícil demais para se concretizar, principalmente diante das condições políticas e econômicas da época. Agora acrescente à isso tudo a ideia de que a cidade deveria se parecer com um avião quando observada do alto… Com certeza um projeto de doido! Mas criatividade é assim… É fugir do óbvio, é parecer maluco, é sonhar, é ir além de tudo o que alguém já pensou, é voar, é criar!

E foi assim! Do ermo, da solidão, do cerrado, do homem, da ideia, do sonho de futuro de uma nação, da esperança de um país melhor, que surgiu a nossa capital federal, Brasília, terra de sonhos, de liberdade, de democracia.

Como disse Niemeyer, Brasília é uma cidade com uma “atmosfera digna de monumentalidade”!

Para quem tiver a oportunidade, que tal conhecer essa cidade criativa, inovadora e encantadora?!

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