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3 ferramentas para ser mais criativo

Você já viu o meu eBook “e-Criativo: 3 ferramentas para ser mais criativo”? Não? Está esperando o quê? É só se cadastrar para receber sua cópia totalmente grátis.

Neste eBook você vai aprender 3 ferramentas poderosas e fáceis de serem executadas que lhe mostrarão todo o seu potencial criativo e lhe darão direções para que você possa despertar o que há de melhor dentro do seu cérebro.

E o melhor, ele é totalmente gratuito. Sim, é um presente que ofereço a você, leitor do meu blog. Digamos que será um mini curso de criatividade gratuito e online, que você poderá ler em qualquer local.

Mas então você vai me perguntar “Por que oferecer um conteúdo de qualidade de maneira gratuita?”. É simples! Quanto mais pessoas tiverem acesso às ferramentas necessárias para melhorar sua capacidade criativa, melhor o mundo será. Haverá uma avalanche de boas ideias! E isso faz a diferença.

Se você quer baixar gratuitamente meu eBook é só clicar no link abaixo.

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Dormir 

Dormir é uma excelente técnica para melhorar seu potencial criativo. É durante o sono que o cérebro organiza, reorganiza e processa todas as informações e estímulos que recebeu durante o dia. Isso quer dizer que durante uma boa noite de sono você pode ter ideias muito criativas, projetadas nos seu sonho. E então… Você tem um caderninho ao lado da cama para anotar aquela ideia maluca que teve durante o sonho? Ela pode ser a chave para uma ideia criativa amanhã!! Fica a dica. 

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O processo criativo

O processo criativo

          A criatividade dá origem ao processo criativo. Dito de outra forma, a criatividade permite criar algo e este trabalho de criação é chamado de processo criativo. O processo criativo envolve originalidade, criatividade, inovação. Como todo trabalho, o processo criativo requer esforço, tanto físico como mental. O processo produtivo é fundamentado em três princípios mentais: Atenção, Fuga e Movimento:

  • Atenção: serve para concentrar-se no problema ou na situação;
  • Fuga: possibilita ir além dos pensamentos convencionais e fugir dos paradigmas impostos pelo ambiente;
  • Movimento: possibilita exercer a atividade criativa em si, dando asas à imaginação.

          A soma destas três ações mentais resulta no processo criativo, traduzindo-se na atividade criativa. A “engrenagem mental” faz surgir a criatividade através da detecção de uma situação ou problema (atenção). Os pensamentos parecem fugir da realidade já conhecida, buscando novas ideias com base no que já se conhece e tentando, ao mesmo tempo, na direção inversa, romper ideias fixas e rígidas, buscando inovar sempre (fuga). Após a detecção da situação-problema e da fuga das ideias convencionais, o pensamento parece se mover em direção às novas ideias, rompendo as barreiras do medo e da insegurança, projetando a ideia criativa na realidade observada e avaliando os riscos e as inseguranças (movimento).

Processo_Criativo Continue lendo “O processo criativo”

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Teoria Clássica – Henri Fayol

Enquanto Taylor preocupava-se com as tarefas executadas pelos operários do chão de fábrica, Fayol estava preocupada com os níveis mais altos da hierarquia de uma empresa, considerando que a gestão e o controle adequados eram a chave para o sucesso da organização.

Fayol foi considerado o pai do processo administrativo, pois foi ele quem definiu uma teoria geral de administração que vinculava os elementos da administração (o que o administrador faz) com os princípios da administração (como o administrador deve fazer).

Sua teoria baseava-se na ideia de que as organizações precisavam se organizar de maneira racional, mantendo o controle através de previsões anuais e decenais, organograma, recrutamento e treinamento cuidadosos e reuniões de chefes de departamento para melhor coordenar as ações. Continue lendo “Teoria Clássica – Henri Fayol”

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Incongruências de Natal

“A Farmácia Fulana de Tal deseja a todos os seus clientes um ano cheio de saúde e alegria”

Estas foram as palavras que me fizeram rir por um momento e refletir pelo resto do dia. Como assim? Uma farmácia desejando a todos os seus clientes que tenham saúde? Não seria mesmo muita hipocrisia, considerando-se o fato de que a sobrevivência econômica das farmácias depende justamente da falta de saúde de seus clientes?

A princípio pareceu-me engraçado. Após rir um pouco, pareceu-me hipócrita! Desejar saúde quando no fundo se deseja que as pessoas estejam cada vez mais doentes… Como é forte o espírito natalino! Faz as pessoas desejarem algo que elas mesmas não desejam.

É fato que todos, em geral, desejamos que as pessoas sejam felizes, que tenham dinheiro, que tenham saúde e muitas alegrias. Mas isso não deveria ser desejado só uma vez por ano! Isso deveria ser desejado todos os dias… Afinal, a vida acontece todo dia! A vida não acontece uma vez por ano, no Natal ou no Ano Novo. A vida é agora, foi ontem, é hoje, será amanhã, independente do dia do ano em que estamos. E a parte realmente irritante do fim do ano é esse falso desejo moralista de boas coisas para todos, quando no fundo as pessoas apenas estão sendo egoístas, imaginando que desejando boas coisas para outras pessoas lhe trarão também boas coisas. A pessoa que te sacaneou o ano inteiro, tem a paúra de apertar sua mão, dar-lhe um abraço e dizer “Te desejo tudo de bom nesse ano que se inicia”. Então, né?! Deseja-me tudo de bom? Aja desta maneira! E teremos mesmo tudo de bom, não só eu, mas você também. Cabe aqui uma reflexão muito séria, por parte de cada um. O que eu tenho feito para que as pessoas tenham mesmo muita alegria, saúde e dinheiro? Será que eu sou a contribuição que o mundo precisa para se tornar um lugar melhor? Será que já venci meus próprios medos e preconceitos e passei a distribuir sorrisos e alegrias por onde eu passo? Ou será que sou apenas movido pelo tal espírito natalino, para não ser diferente das outras pessoas? Será que estou apenas jogando com o sentimento das outras pessoas para parecer uma pessoa boazinha?

E pensei sobre isso durante um momento… Até que veio-me novamente a propaganda da farmácia! E decidi fazer uma análise do ponto de vista de uma administradora de empresas, de uma pessoa preocupada com o marketing e com todas as suas implicações, sobretudo no que diz respeito ao neuromarketing, esse que mexe com cada um de nós de maneira muito sutil e subjetiva.

Seria esse um erro de marketing? Será que parecer hipócrita teria mesmo o objetivo pretendido? Será que desejar saúde quando se vive da doença pareceria muito sincero? Será que causaria comoção ou repulsa aos clientes?

Pensei por um momento que a pessoa que criou esta publicidade realmente não faz ideia do que está por trás do tema. Provavelmente foi só mais uma pessoa movida pelo sentimento natalino, contagiada pelo todo, impelida a desejar boas coisas a todos, sem fazer suas próprias reflexões sobre o tema. Mas isso não vem ao caso. A minha grande inquietação era no que diz respeito à credibilidade da publicidade. Afinal, uma publicidade errada pode manchar a reputação de uma empresa. Não acredito que a Farmácia Fulana de Tal estivesse preocupada com a sua reputação, considerando-se o conteúdo da publicidade. De qualquer forma, é algo que sempre deve ser analisado. Até que ponto a minha publicidade pode ajudar ou prejudicar a minha empresa?

Será que desejar saúde a todos foi uma jogada certeira ou mais um erro de marketing? Difícil dizer sem conhecer a pessoa por trás do marketing da empresa. Muito provavelmente foi só mais uma publicidade sem conteúdo algum, onde nada foi pensado, apenas foi dito. Mas não precisaria ser assim! Desejar saúde quando se vende a doença em comprimidos, pode ser sim uma grande jogada de marketing. Aliás, pode ser a melhor delas! O cliente não sabe que por trás da aparente hipocrisia, pode existir sim um mecanismo inteligente e sutil para alavancar as compras e gerar fidelização. O cliente não percebe que aquele simples desejo de que tudo seja melhor no ano novo gera dentro de si um sentimento de carinho, respeito e admiração, seja por quem for. O cliente não sabe que as suas carências são transferidas para essa simples frase, que no fundo não diz nada, mas significa tudo. Suas necessidades mais básicas e primárias são satisfeitas com um simples desejar de boas coisas. Todos nós estamos carentes de bons desejos, de sonhos, de bons sentimentos, de coleguismo, de sentimntos humanos. Estamos todos tão absortos neste mundo cruel e desumano que qualquer possibilidade de encontrar algo diferente disso nos encanta, nos deixa maravilhados… E esse é o princípio da fidelização. É o encantar, o maravilhar, o despertar de paixões, ainda que secretas e disfarçadas.

Um tiro que saiu pela culatra e acertou o alvo. Talvez esta seja a melhor definição para esta publicidade da Farmácia Fulana de Tal. Foi desejando a saúde, quando se precisa da doença, que a farmácia conseguiu emplacar, discretamente, um sentimento de segurança e carinho por parte de seus clientes. Obviamente que tudo isso foi feito sem nenhum tipo de estudo ou conhecimento de marketing. Mas funcionou! E é por isso que não se deve desprezar completamente o marketing informal, esse feito por pessoas sem preparo, sem grandes intenções. Às vezes a sabedoria popular sobrepõe-se à sabedoria dos livros! E isso é incontestável… Basta olhar o exemplo da farmácia.

Desejar tudo de bom tem o seu lado positivo, sobretudo no mundo secreto do marketing. Afinal, o marketing alimenta-se de mensagens nem sempre declaradas mas facilmente percebidas e sentidas pelas pessoas. E é exatamente isso que gera o lucro tão sonhado pelas empresas, não importa quais sejam os produtos ou serviços oferecidos.

E, por fim, voltando ao mundo humano, desejar boas coisas para outros tem o seu lado positivo. Afinal, é alimentando nossa mente com boas coisas que poderemos fazer o bem. Ainda que seja apenas por um momento, seria bom que todos desejassem mesmo o melhor para todo mundo e, acima de tudo, que agissem desta forma. Faça com que as pessoas vejam a verdade nas suas palavras, mostrando que suas ações são sinceras e humanas. Não seja só mais um impelido a dizer algo que não deseja ou não pode cumprir. Seja o “tudo de bom” que você desejou para todas as pessoas ao seu redor!

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Vendas x Convencimento

O processo de Venda torna-se desnecessário quando o cliente está convencido de suas necessidades. O papel do vendedor moderno e do Marketing é atuar no convencimento do cliente, identificando suas necessidades e desejos e fazendo com que ele se aperceba destas necessidades. Vender ficou ultrapassado. As atuais necessidades do mercado vão muito além da simples venda . Convencimento é a palavra da vez!